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    A Morte Cinzenta - PbF

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    Jefferson Pimentel

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    Parte 6

    Mensagem por Jefferson Pimentel em Sex Maio 04, 2012 9:54 pm

    Dimas Rivers

    - Lorde Lutos, um visitante que veio do outro lado do mundo para ter contigo - disse Sermyn Tyrell com um sorriso, enquanto abria a porta para Dimas entrar no quarto escuro.

    Um homem com cenho fechado, uma cabeleira negra e uma barba vasta soergueu os olhos profundamente verdes e fitou seu visitante, enquanto bebericava em uma bela taça dourada. Sem dar sinais de se preocupar com o conforto de Dimas, se voltou para seu guarda.

    - Este não é um dos meus espiões, Tyrell. Não precisa ficar na porta ouvindo nossa conversa - disse carrancudo, fitando o cavaleiro que fechava a cara com o insulto.

    - Os Targaryen são bons, traidor, mas eu não. Tome tendo na sua língua - respondeu o homem, enquanto batia a porta atrás de Dimas.

    - E você, homem? O que quer... - parou abruptamente Lutos, olhando demoradamente para o rosto de Dimas - Você não é um bravosiano, é um dragão! - respondeu por fim, se levantando de sua mesa, com as duas mãos apoiadas no tampo de madeira.

    - Quem é você? - perguntou finalmente, olhando diretamente para os olhos de Dimas.
    _______________________________________________________________________

    Andrew Snow

    Com cuidado, Andrew fechou a porta, trazendo um leve rangido, mas nada que acordasse o casal. Pé ante pé, ele seguiu até o dossel e, com a afiada adaga, abriu uma fresta perfeita, que possibilitava uma visão privilegiada do casal.

    O cheiro de vinho e sexo invadiu as narinas de Andrew, dando a ele uma perspectiva do que acontecera a pouco.

    Silencioso como um gato, o bastardo levou a mão a boca carnuda da mulher, calando-a antes de rasgar sua garganta de orelha a orelha. Ela arregalou os olhos segundos antes de fechá-los novamente, desta vez para sempre. O sangue começou a correr, encharcando os lençóis de seda brancos.

    Andrew se aproximou de Esezos com cuidado, para dar fim a sua missão. Quando se dispôs atrás do filho do mercador, algo o fez despertar repentinamente. Talvez o cheiro de sangue, talvez o excesso de vinho fez a natureza chamar. Esezos olhou para sua mulher e começou a esboçar sua reação desesperada, mas Andrew foi mais rápido.

    Se aproximando rápido e com um golpe descendente, a faca correu fácil pela carne do peito na direção do coração. Esezos se debateu em resistência, mas os fortes braços do bastardo o impediram de fazer algo mais. Por fim, Esezos deu uma última sacodidela, tombando morto.

    - Feito - pensou Andrew - Agora tenho que dar o fora daqui.

    _______________________________________________________________________

    Andarion Greyjoy

    - Não existe cura para a Morte Cinzenta, homem - disse o Meistre com uma risadela - O jeito é manter afastado o doente, de preferência a distância de um virote de besta. Mas me diga: porque a pergunta?

    Andarion olhou nervoso para o homem, não gostando daquela resposta. Seu barco levaria alguns dias mais para ser consertado e ele não queria estar na cidade. Algo o incomodava desde a hora em que aportou e a descoberta da nau amaldiçoada não ajudou em nada.

    Dando as costas a Armand, saiu na direção da porta.

    - Espere! E minha seda? - perguntou o Meistre, achando-se merecedor de algo pela sua informação.

    Andarion olhou sério para o homem, fazendo com que ele se encolhesse de medo. Batendo a porta forte, desceu as escadas e saiu da construção.

    Os problemas ainda não tinham acabado. O jovem aprendiz, assustado com a aparição do homem de ferro, correu em busca de soldados da cidade.

    Andarion viu o rapaz voltando para a torre, trazendo com ele três dos soldados Hightower na sua cola.
    _______________________________________________________________________

    Thomas Homeless

    - Três fogueiras - contou Thomas de cima da casa, enquanto olhava para o porto. Já era o terceiro navio incendiado e com certeza as coisas ficariam ainda piores aquela noite.

    Os soldados dos Hightower mosqueavam por toda parte com suas lanças e bestas prontas para furar alguém. A vista de sobre o torreão de pedra era muito boa, mas a chuva forte castigava o corpo do rapaz. Mas mesmo assim era mais seguro ficar ali em cima.

    - As coisas não vão ficar boas - pensou Thomas, já pensando em uma forma de sumir dali. Tinha alguns cobres e duas pratas que poderiam levá-lo até a cidade mais próxima, mas a perspectiva de abandonar tudo o que conhecia desanimava o rapaz.

    O trotar de um grupo de cavalos chamou sua atenção. Correndo para ver o que acontecia, viu um grupo de dez cavaleiros seguindo na direção do porto, todos com lanças em riste. Algo iria acontecer por lá e ele queria saber o quê.

    Com um salto preciso, Thomas se jogou do topo da torre até o telhado mais próximo. Sobre as telhas molhadas, os pés ágeis do jovem o levaram rapidamente até próximo ao porto, pouco depois dos cavaleiros. Lá de cima, ouviu o líder deles, um homem muito grande com uma armadura esmaltada de branco e uma grande espada gritar para a multidão.

    - Lorde Quenton Hightower ordenou que todos os marinheiros deverão retornar a seus navios até segunda ordem. Quem desobedecer será morto imediatamente.

    Alguns gritos revoltosos foram ouvidos, mas assim que os cavaleiros baixaram as lanças, os marinheiros que ali estavam correram para a proteção de seus navios. Mercadores e moradores da cidade se isolaram em um grupo, aguardando a permissão dos cavaleiros para seguir para suas casas.

    Thomas observava aquilo pensativo, imaginando até onde aquela loucura iria seguir. Por fim, se levantou e voltou a pular de telhado em telhado, enquanto decidia o que iria fazer.


    Última edição por Jefferson Pimentel em Dom Maio 06, 2012 10:10 am, editado 1 vez(es)

    gilmar.mendes

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por gilmar.mendes em Sex Maio 04, 2012 11:44 pm

    Enquanto continuava seu percurso pelos telhados escorregadios de Vilavelha começou Thomas a divagar em suas lembranças.

    - Arrrghhhh... Maldita febre... - Reclamava Barba Ruiva Jack.

    Estava na taverna do Lobo cinzento, Thomas e seu amigo Jack tomando um bom conhaque e conversando sobre as chuvas que castigavam sem parar a cidade de Vilavelha e o estado de saúde de Jack.

    - Como está a tosse jack? - Questiona Thomas.

    - Um pouco melhor, ainda tusso um pouco de sangue. Mas nada que uma boa dose de conhaque não resolva - falava Jack enquanto virava uma dose de conhaque - coff... cofff... arrrghs... cuspe...

    - Acho que deve procurar ajuda Jack, talves na cidad...

    Thomas repentinamente acorda das suas divagações quando em um salto por um dos parapeitos escorregadios, perde seu apoio quase despencando de uma queda que, provavelmente, seria sua ultima. Por sorte conseguiu se agarrar a uma das janelas antes de ir ao chão.

    - Nossa essa foi por pouco - Pensou ele.
    - Tenho que manter a concentração. Nesse ramo não existe o luxo de se cometer erros - Falou consigo mesmo enquanto escalava a janela de volta ao telhado da casa.
    - Pobre Jack, maldita Peste... Malditos soldados que lhe arrancaram a vida - Praguejava enquanto preparava um novo salto para a próxima construção... Nesse momento lhe vem uma hesitação...

    Thomas parou alguns minutos, olhando fixamente para o vazio da chuva que caia sem parar.

    Começou a pensar em tudo que acontecera na cidade, e resolveu de uma vez por todas parar de fugir dos seus problemas e fazer algo a respeito. Nesse momento se vira, dando meia volta, e começa sua jornada de volta ao porto. Em seus pensamentos imagina que deva ter perdido a razão por essa atitude mas ao invés de retroceder, torna ainda mais rápido a velocidade até o seu destino.

    Chegando ao porto, Thomas observa que os soldados ainda estão lá. Ao que parece planejando algo.

    Nesse momento Thomas começa a se esgueirar até se aproximar o suficiente e conseguir ouvir o que planejam os soldados.

    Com grande destreza Thomas se aproxima entrando no alcance da conversa sem muita dificuldade, já que ao que parece os soldados estão tão confiantes de estarem sozinhos que conversam como se estivessem narrando a algum publico seus planos.

    Thomas se segura de espanto e surpresa para não perder o equilíbrio e denunciar sua posição ao ouvir os planos dos soldados...
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    Silvio Alencar

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Silvio Alencar em Sab Maio 05, 2012 12:37 am

    Dimas demorou um pouco a adaptar a visão à escuridão, mas então reparou nas estantes de livros e numa tapeçaria antiga, meio puída na parede. Os motivos de sua trama pareciam revelar uma batalha em uma campina, entre um exercito multicolorido e um vermelho com três dragões como membros. No dorso de cada uma das bestas havia uma pessoa, mas àquela luz era impossível dizer se eram homens ou mulheres.

    - O senhor me toma como uma das bestas da tapeçaria - disse Dimas apontando para a parede.

    - Esse tipo de monstro está morto há muito.

    - Não estou bem certo como o senhor, sor - disse Dimas se sentando em uma cadeira sem ser convidado. Dizem por aí que ainda há muito deles em Porto Real. Seja qual for a praga que o senhor diz ter exterminado as feras, pelo visto nem uma e nem duas delas foram suficientes.

    Lutos Costayne avaliou o homem à sua frente, encarando-o, depois pareceu refletir por um instante as palavras que ouviu, então foi até a mesa em que estava. Dimas percebeu que sutilmente ele havia retirado algo de dentro de uma pequena bolsa. Aquilo sobressaltou Dimas. Teria ele avaliado mal o homem? Será que Lutos seria tolo o suficiente para tentar atacá-lo com uma faca? Tolo? Quem era o tolo? Ir até Torralta à procura de um estranho, cuja lealdade não conhecia, era um sinal maior de tolice. Uma aposta alta demais.

    - Você não disse seu nome – disse mais calmo Lutos se aproximando.

    - Meu nome é Dimas Rivers, sor - disse ele levantando-se e fazendo a sua mesura característica, mas dessa vez sem tirar os olhos do outro. Decerto recebeu a carta de meistre Walgrave.

    - Sim, algo a respeito de seu pai, não é? Lamento não poder ajudá-lo muito, nunca fui um comandante que lembrasse o nome de seus homens, não era muito de me socializar – disse colocando a mão sobre o ombro de Dimas. Deixava isso para os Blackfyre, estava no sangue Targaryen deles.

    - Compreendo, senhor – disse Dimas apertando a mão de Lutos. Não tomarei mais o seu tempo, então. Muito obrigado e passar bem.

    Quando já estava à porta, Lutos diz:

    - Aahh, desculpe se pareci ter visto um fantasma no início. Às vezes, a escuridão, o cansaço e a velhice nos pregam peças, fazendo-nos enxergar coisas que não queremos, ou que queremos há muito.

    - Compreendo, senhor. Isso acontece comigo o tempo todo. O tempo todo.

    Dimas passou pelos guardas do portão sem lhes dirigir sequer um olhar e foi direto ao atracadouro, onde o barqueiro o aguardava após ter retornado uma hora depois da cidade, como combinaram. Os dois fizeram o trajeto todo sem uma palavra, e por mais que quisesse, sob aquela chuva, Dimas não moveu um músculo sequer em direção do seu capuz sobre os ombros, pois tinha medo de revelar a qualquer um o que Lutos escondera em suas dobras: uma carta.
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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por JMoicano em Seg Maio 07, 2012 11:01 am

    Andrew fica admirando por um breve momento sua obra de arte, decide então por partir logo (prevenir qualquer problema que venha aparecer). Porém, antes de partir, abre um armário em busca de algo pequeno que possa levar como prova de seu feito (afinal como receber pagamento por um suicídio) sem que alguém de falta disso, como um pé de meia, um botão de uma camisa, uma tampa de um pequeno frasco... Depois da prova recolhida, calça suas botas, veste sua capa e espera por um bom momento (um momento que não haja ninguém olhando) para sair pelo lugar de onde veio, da forma que veio...
    (Gastando energia para escalar)


    Última edição por JMoicano em Seg Maio 07, 2012 11:01 am, editado 1 vez(es) (Razão : Esqueci de gastar a energia)
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    Adeyvison Siqueira

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Adeyvison Siqueira em Seg Maio 07, 2012 11:01 am

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    Vicente Arrigoni

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Vicente Arrigoni em Seg Maio 07, 2012 2:27 pm

    - Acredito que essa cidade esteja com problemas mais urgentes - Disse Andarion. Procurou por horas um combate, e quando finalmente encontrou um, não o queria.

    - Você, homem das ilhas de ferro, está preso por prática de pirataria. - Disse homem mais vistoso e bem armadurado. Provavelmente um cavaleiro.

    Andarion puxou seu machado e disse: - Se querem me pegar, eu estou aqui. - E os ofereceu um olhar insano de fúria e confiança.

    O porte físico do homem de ferro misturado com o cabelo colado em seu rosto, por causa da chuva que não cessava, e seu olhar perturbador, deu ao homem do mar um ar extremamente sinistro. Tudo o que ele precisava para paralizar de medo os dois soldados, apenas o almofadinha deu um passo a frente. Mas era algo de se esperar, o homem apesar de parecer jovem, era muito alto e parecia ter um porte fisico de respeito, mas será que ele sabia lutar no chão encharcado?

    E assim o jovem armadurado partiu para cima da Lula Cruel, mas será que ele tinha noção de quem estava enfrentando?
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    Jefferson Pimentel

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    Parte 7

    Mensagem por Jefferson Pimentel em Ter Maio 08, 2012 10:44 pm

    Dimas Rivers

    "Baixio das Sardinhas. Escama de Dragão. Meia-noite"

    Estas eram as palavras que a carta trazia e nada mais. Pareceu a Dimas que Lutos tinha preparado aquilo após receber a carta de Walgrave, confirmando sua entrega após ter visto algo nele.

    - Seria uma armadilha - pensou Dimas enquanto pensava no que fazer. Já tinha descoberto que "Escama de Dragão" era uma pequena taverna no interior do Baixio das Sardinhas, um paupérrimo setor da cidade. Faltava uma hora para o horário marcado e Dimas levaria não mais que metade deste tempo para chegar até lá.

    Mas uma dúvida ainda martelava sua cabeça: deveria ele se afundar ainda mais naquela trama?
    _______________________________________________________________________

    Andrew Snow

    As paredes escorregadias quase derrubam Andrew no momento em que passava sob ele um pequeno ajuntamento de guardas, mas com um pouco de esforço ele consegue se manter grudado a pedra.

    Tinha sido relativamente fácil resolver o problema, e o broche de ouro que trazia com o brasão do grupo mercante do pai de sua vítima seria prova suficiente para provar seu êxito.

    Quando subia na direção do ponto de encontro estipulado, estranhou uma grande movimentação de guardas. Contornando por uma viela, conseguiu dar a volta no contingente, chegando até o local marcado e logo olhando a pequena senhora que o contratou. Mas viu algo mais...

    Das sombras de um pequeno torreão, pode discernir um vulto que com certeza não veria caso não tivesse feito o contorno na viela. O vulto tinha uma visão privilegiada do local onde o encontro fora marcado, e com certeza ele não estava ali apenas para observar o que iria acontecer.

    Uma pesada besta estava meticulosamente mirada para o local, como se aguardasse algo...ou alguém.

    _______________________________________________________________________

    Andarion Greyjoy

    - Uma maçã verde - pensou Andarion quando olhou o brasão que o jovem levava no escudo - Verde como a habilidade deste jovem.

    O rapaz avançou com espada em riste, buscando encerrar a luta com apenas um golpe, atacando Andarion com uma estocada direta.

    Ataque: Corpo 6 + Espada Longa 2 = 8+D10 (valor rolado abaixo)
    _______________________________________________________________________

    Thomas Homeless

    - Lorde Quenton ordenou que todos os portões das muralhas sejam fechados e os navios incendiados. Ninguém entra ou sai de Vilavelha até que ele ordene - disse o capitão daquele grupo de guardas, sendo respondido com os olhares assustados de todos os seus comandados.

    - Senhor, isto irá revoltar todo o povo - disse o mais jovem dos soldados, o único que tinha coragem (ou inexperiência) para fazer uma pergunta daquela.

    - Esta é a ordem, soldado. Cumpra-a e cale a boca - respondeu de forma ríspida o capitão, esporeando seu cavalo e partindo para se juntar ao grosso da tropa que tinha sido enviada para o porto.

    Thomas ouviu aquilo tudo e pensou no que fazer, enquanto os cavaleiros se afastavam para acompanhar seu líder. Quando se recompôs sobre os telhados, conseguiu ver que tonéis eram rolados na direção dos navios, com guardas impedindo que os marinheiros fizessem algo para impedi-los. O primeiro deles foi tombado no convés de uma nau vinda de Bravos e sua tampa foi arrombada a machadadas, fazendo correr sobre o navio um espesso líquido negro.

    - Ateiem fogo - gritou o capitão, enquanto seus subalternos acendiam o óleo, pondo fogo no navio.

    Thomas ouviu os gritos dos marinheiros que lá estavam e ficou indignado com aquilo. Alguma coisa teria que ser feita.
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    Adeyvison Siqueira

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    Parte 7

    Mensagem por Adeyvison Siqueira em Ter Maio 08, 2012 10:44 pm

    O membro 'Jefferson Pimentel' realizou a seguinte ação: Rolar dados

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    Silvio Alencar

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Silvio Alencar em Qua Maio 09, 2012 11:07 pm

    Os Baixios não mais pareciam possuir ruas, apenas canais, tamanha a força da água e do lamaçal que tomavam as vielas. A sujeira descia como barcos em meio à enchurrada, encontrando companheiros em cada esquina por que passava e criando frotas que se perdiam na noite. Alguns ratos desafortunados tentavam a sorte na correnteza, subiam algumas vezes por entre as ondas, mas por fim desapareciam para não mais serem vistos. Não havia muitas pessoas por ali, guardas, então, nenhum. Aqueles que ainda estavam acordados àquela hora ou tentavam salvar o que restava da chuva, ou procuravam abrigo sob algum teto.

    A taverna Escama do Dragão tinha lá seus abrigados, não muitos é verdade, e não lá muito contentes. Além da chuva que tirava o ânimo de qualquer um, corria um boato na cidade que Sor Quenton Hightower tencionava passar no archote todo e qualquer miserável de Vilavelha. Diziam que tinha começado pelo porto, queimando navios e pedintes do cais. À boca pequena, o populacho falava que os Baixios seriam os próximos. Numa das mesas, três homens falavam sobre um marinheiro que viram no porto, parecia que tinha a pele cinzenta nas mãos e pés e que não sentia nada nessas partes. Um capitão da guarda o queimara junto com o bote que ele havia usado para vir à terra. No balcão, um velho reclamava de uma gripe forte e de ter sido impedido de se consultar com os meistres na Cidadela. Uma mulher morena, gorda, com diversos brincos, tanto nas orelhas quanto em outros lugares, comentou com o seu futuro cliente que em Tyrosh tinha visto pessoas com a mesma doença que assolava Vilavelha. O cliente não quis ouvir tamanha besteira a respeito de sua cidade, afinal estava tudo bem e Sor Quenton sabia muito bem como lidar com aquilo.

    Dimas ouvia tudo isso e muito mais do seu canto, longe das luzes e do fogareiro. Ainda se ressentia da falta do fogo e do seu calor, mas era preferível a ter olhos sobre si. Sobre a mesa uma caneca de vinho aquecido com especiarias esfriava entre seus dedos. Havia chegado à Escamas do Dragão com antecedência, tomando cuidados para não ser seguido, e averiguado o lugar e as pessoas em busca de armadilhas. Meia hora depois sentiu-se confortável o suficiente para bebericar a bebida pedida. Para o seu desgosto, o vinho estava aguado e não conseguiu identificar o mato usado como especiaria. Ahhh, como sentia falta de Bravos. Lá poderia visitar um barco de saltibancos e ser servido do mais exótico dos vinhos enquanto assistia a um show de acrobacias de um grupo de anões. Ou até poderia se deliciar entre os lençóis de uma bela dama bravosi, de sangue quente e coxas mais ardentes ainda. Aqui, nesta terra cinzenta, só conseguia cinzas; as molhadas que caiam do céu e as cinzas escuras remexidas do passado de sua família.

    Ainda não se decidira o que pretendia quando veio para Westeros atrás da história de sua família. Família... quer dizer, apenas um nome sussurrado no leito de morte de seu tutor. Até então não significava nada para ele, mas a curiosidade o moveu. E o que descobriu até agora? Descobriu que pertence a uma família de bastardos, que insulflou duas revoltas contra seus governantes e que, por mais que tivessem sangue nobre, não haviam conquistado nada. Os Blackfyre possuíam apenas um nome, mais nada, nem terras, dinheiro ou aliados. Eram proscritos e odiados. Qualquer sugestão a este nome era tido como provocação, uma obscenidade e, quem sabe, motivo para uma acusação de alta traição.

    Mas então, porque Dimas estava ali, sentado esperando Sor Lutos? Por que não partia para Bravos no primeiro navio e continuava sua vida de espadachim? Boas perguntas. Não tinha respostas, apenas sede... de bebida e de algo mais, seja lá o que for. Tomou mais um gole de seu vinho aguado, mais por consolação do que por prazer, bem na hora em que alguém entrou pela porta da taverna.


    Última edição por Silvio Alencar em Sex Maio 11, 2012 6:07 am, editado 1 vez(es)
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    JMoicano

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por JMoicano em Sex Maio 11, 2012 1:41 am

    Andrew decide por dar a volta e virar a mesa a seu favor, se esgueira por onde eles não imaginavam e encosta a espada nas costas do homem armado sutilmente.

    - Bem devagar coloque a besta no chão e vá pra perto da moça, por favor.

    Apanha a besta e segura como que meio com desdém, sem dar muita importância, mas sempre levemente apontada para os dois tocaieiros.

    - Pois bem, eu iria aceitar somente o meu pagamento em ouro, mas agora eu quero a verdade também...

    gilmar.mendes

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por gilmar.mendes em Seg Maio 14, 2012 9:57 pm

    - Pense Thomas, pense... - Pensou ele.

    A situação estava tensa. O Fogo começava a espalhar por toda a embarcação. O fogo crepitava na velha madeira mofada. A fumaça e o cheiro de madeira queimada se impregnavam por todo o porto.

    Enquanto isso os marinheiros começavam a gritar por socorro e se percebia um grande alvoroço dentro dos porões e nos convés onde estavam os marinheiros. Alguns ameaçavam pular do navio, mas desistiam quando viam que seria morte certa daquela altura.

    - O que está acontecendo aqui, será que os Lordes concordam com essa carnificina ou o capitão da guarda perdeu a razão ordenando essa atrocidade por conta própria? – Pensou Thomas enquanto olhava em volta a procura de alguma saída para os marinheiros.

    Thomas já estava dando a situação como perdida quando se lembrou da velha caixa d’água do porto.

    Há mais ou menos uns 5 metros dali havia uma velha torre de madeira meio apodrecida com uma caixa d’água em seu topo. Ela abastecia os navios com agua potável para as viagens e para consumo dos viajantes que ali aportavam.

    - Certo, a caixa d’água, mas como vou derruba-la sobre o navio? Droga. Não sei o que fazer... – Pensou Thomas.

    Olhava em volta inquieto enquanto os gritos ficavam mais e mais fortes, dando a impressão que algumas pessoas estavam sentindo muita dor, o que indicava que o fogo estava alcançando os tripulantes.

    - Droga... Droga... Droga – Praguejava Thomas. Nesse momento avistou uma grande tora de madeira pendurada em cordas. Ao que parece era um mastro de um navio que estava sendo construído no porto para algum Lorde da cidade.

    - Graças... Acho que isso vai servir – Pensou ele enquanto retirava sua grande espada das costas. Será que perdeu a razão e irá lutar contra todos aqueles guardas?

    Thomas segurava sua espada bem firmemente entre as mãos. Ele puxa folego, engole um seco e então começa uma grande disparada ao encontro do destacamento de guardas como um cavaleiro e sua lança em uma justa.

    Os guardas então percebem a presença do rapaz vindo à direção deles com espada em punho e uma grande determinação de luta.

    - Preparem-se Homens – Grita o capitão da guarda enquanto todos sacam suas espadas para iniciar o embate com o rapaz e imaginando que o ele havia ficado louco em lutar com todos eles de uma vez. Alguns até o reconheciam e já haviam feito negócios com ele.

    Thomas corria com todas as forças em direção ao que se parecia um suicídio. Ele não teria a mínima chance contra um grupo de guardas armados, armadurados e treinados para combate pesado portando apenas uma espada. Será que sua determinação seria suficiente?

    Nesse momento um dos guarda desfere o primeiro golpe quando percebe que o garoto se encontra a distância certa para acerta-lo. Sua espada assobia no ar cortando o mesmo, mas por pouco não alcança seu objetivo.

    Thomas alça voo.

    Quando viu que estava na distancia considerável e na velocidade que precisava pendeu a ponta da sua espada para o solo pedregoso. A espada travou em uma das pedras que calçavam as bordas do cais, dobrou-se como uma vara e impulsionou o rapaz franzino em pleno ar.

    Os guardas se abaixam surpresos enquanto o observam saltar por cima deles.

    - O que pretende esse Rapaz? – Pensam eles...

    Ação saltar: Corpo 7 + 1 PE + Especialista = 9+D10

    gilmar.mendes

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por gilmar.mendes em Qui Maio 17, 2012 9:51 pm

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    Adeyvison Siqueira

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Adeyvison Siqueira em Qui Maio 17, 2012 9:51 pm

    O membro 'gilmar.mendes' realizou a seguinte ação: Rolar dados

    'd10' : 9
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    Jefferson Pimentel

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    Parte 8

    Mensagem por Jefferson Pimentel em Sex Maio 18, 2012 8:22 pm

    Dimas Rivers

    Cinco homens irromperam porta a dentro, trazendo silêncio a toda a taverna. Homens díspares àqueles que ali se encontravam, visto seus trajes altivos mesmo debaixo daqueles mantos pesados que os protegiam da chuva. A frente deles, vinha sombrio Sor Lutos.

    Assim que retirou o manto, espada na cintura, ele perscrutou todo o salão até demorar seu olhar sobre Dimas. Pareceu um sorriso aquilo que marcou seu rosto vincado.

    Mudando a direção do seu olhar, encarou o gordo taverneiro que se protegia atrás do balcão de madeira. Sem dizer uma só palavra, o homem se dirigiu para uma porta nos fundos do salão e a destrancou, abrindo caminho para o grupo.

    Sor Lutos começou a se dirigir a porta, seguido pelos seus armados companheiros. No meio do caminho, se demorou apenas o suficiente para virar para Dimas e falar com sua voz rouca.

    - Você veio até aqui, mas ainda tem volta. Caso queira, é só seguir conosco - disse decidido, ignorando o espadachim e seguindo na direção, deixando Dimas com sua escolha.
    _______________________________________________________________________

    Andrew Snow

    Quando a jovem moça se viu sob a mira da besta, com seu companheiro rendido, ela começou a tremer. Estava nítido em seu rosto que ela não esperava aquele revés.

    - O que está acontecendo? Quem é este? - perguntou ela gaguejando, evitando olhar para o homem que Andrew conduzia.

    O bastardo não caiu naquela mentira. Com a besta em um braço e sua espada em outro, empurrou o homem com a ponta da lâmina, tirando sangue sem feri-lo muito, fazendo com que ele ficasse lado-a-lado a dama. Assim, Andrew tinha agora os dois sob a mira da besta, o que fazia levando a arma de um lado para o outro, deixando os dois constantemente sob sua mira.

    - Aquele que começar a falar não vai receber o virote - disse em tom ameaçador.

    O homem buscou se adiantar no falatório, mas foi interrompido com o virote cravado no peito. Andrew não precisava de um reles soldado e aquela moça era muito importante para ele.

    Paralisada pelo medo, a moça se jogou de joelhos e começou a suplicar por misericórdia. Andrew se aproximou com sua espada em riste, dizendo duramente suas palavras.

    - Fale logo, senão você será a próxima - disse, enquanto pegava o saco de moedas com a ponta da espada, mantendo uma distância segura da mulher, possibilitando com que ele a retalhasse caso ela fosse imbecil a ponto de tentar algo.

    - Foi meu pai... ele quem mandou que eu fizesse isto quando soube que te contratei - disse entre lágrimas - ele não queria que um cavaleiro andante ficasse por ai com meu segredo.

    As lágrimas se derramaram e ela começou a soluçar. Andrew aproximou a lâmina do rosto da menina deixando-a ainda mais aterrorizada, pensando no que faria com ela.

    _______________________________________________________________________

    Thomas Homeless

    Thomas se projeta sobre os soldados, tendo uma das lanças raspando suas costas vergadas e tirando sangue delas em um arranhão, mas sem impedi-lo em seu salto.

    Com agilidade, o jovem se revirou no ar e, com uma das mãos desocupadas enquanto da outra pendia a lâmina de sua espada, se agarrou nas escadas da caixa d'água. A madeira molhada não o impediu na sua escalada, com o rapaz vencendo o espaço que o separava do reservatório que transbordava dado a forte chuva.

    Quando chegou lá em cima, viu os soldados que o confrontaram se preparando para disparar suas pesadas bestas. Ali ele seria um alvo fácil, mas não pretendia ficar e esperar os virotes. Prendendo a espada nas costas para ficar com os braços soltos, ele se projetou no ar e agarrou a alça do guindaste de madeira que era usado para bombear a água até os navios.

    Virando o guindaste na direção dos navios, ele se pendurou na corda que descia da ponta da haste e se lançou em uma queda controlada contra a estrutura do navio que estava sendo montado. Neste momento um virote zuniu perto de sua cabeça, quase o atingindo.

    Thomas correu com agilidade por sobre a estrutura de madeira e laçou a corda na ponta do mastro. Saltando até os suportes da estrutura do navio, o jovem sacou sua espada das costas e, usando toda a força de seus braços, golpeou fortemente uma cunha.

    O navio escapuliu do apoio e começou a adernar na direção de Thomas, como que para esmagá-lo. O jovem correu para escapar, se projetando diretamente contra a água do mar. Atrás dele, o esqueleto do navio se espatifou e trouxe abaixo a velha caixa d'água, fazendo-a adernar e alagar todos os navios que encontravam-se em chamas e desbaratando os soldados.

    Thomas começou a nadar e se afastar do porto, ficando bem longe do alcance das bestas dos cavaleiros que o procuravam.
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    JMoicano

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por JMoicano em Sex Maio 18, 2012 9:28 pm

    Estava demorando, bem que eu queria ficar aqui mais um pouco, mas é hora de partir. Enquanto pensava isso, Andrew manteve o rosto firme, não queria vacilar, deveria manter a moça assustada, mas não poderia exagerar para ela não querer tramar uma vingança, queria sair mais uma vez incógnito de outra cidade.

    - Vire-se.

    A mulher não conseguiu expressar palavra alguma em meio a enxurrada de lágrimas que lhe veio a face.

    - Eu mandei você se virar.

    Disse o bastardo em tom duro mas baixo, e a mulher finalmente obedeceu, ele se aproximou ligeiro somente tocando a ponta da espada nas costas da moça e falou baixinho perto de seu ouvido.

    - Sei que ouvirá que o homem que me mandou matar ficou louco e se matou, mas antes de sair, deixarei uma prova de que estive em seu quarto, não que eu precise provar nada, mas é praxe no meu ramo, que obviamente você não conhece, então deixo dois avisos: um, não me procure que eu não a acharei e dois.

    E deixa um pequeno corte no lado que ela facilmente esconderia.

    Dito e feito isso, deixa a prova que havia recolhido no quarto do homem, o qual ele nem tinha mais certeza ter sido o adúltero que lhe fora dito, e sai sorrateiramente ainda prestando atenção na mulher que fica parada, talvez em choque ainda sem conseguir olhar pra trás.

    Agora é conseguir uma forma de sair de Vilavelha antes que o alarde seja dado.
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    Silvio Alencar

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Silvio Alencar em Ter Maio 22, 2012 8:42 pm

    Dimas se levanta, deixa três moedas sobre a mesa e parte atrás do grupo. A sorte está lançada, Valar morghulis, todo homem deve morrer.

    gilmar.mendes

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por gilmar.mendes em Qua Maio 23, 2012 12:58 pm

    Thomas olha a sua volta em busca de um ponto seguro. A chuva e o frio começam a fazer seus membros enrijecerem. Se continuar desse jeito não aguentará nadar muito mais tempo. O ferimento da lança em suas costas pareciam ser mais profundos do que pensava e começavam a arder de uma forma quase insuportável.

    - Acho que posso sair pelos fundos da Taverna Escama do Dragão - Pensa Thomas.

    A taverna tinha um escoamento de esgoto nos canais que davam para o mar de Vilvelha. Esses canais eram um tanto poluídos e abrigavam várias criaturas peçonhentas mas para Thomas no momento resolviam o problema imediato. Havia também um beco escuro onde os empregados jogavam tudo quanto é tipo de lixo da taverna que desembocava no canal. Seria esse o meio de escape do garoto.

    Thomas nada exaustivamente até os canais de Vilavelha e com muito esforço consegue aportar no beco nos fundos da taverna Escama do Dragão. Seu corpo tremia de frio e dor e já não tinha forças suficiente nem mesmo para andar.

    O rapaz cambaleava em direção a saída do beco. Sua visão começa a escurecer e na penumbra da chuva não tinha muita percepção do que acontecia a sua volta.

    Nesse momento avista um vulto vindo em sua direção.

    - Maldição, acho que meu fim chegou, me encontraram... - Pensa Thomas enquanto tomba pelo cansaço ao chão. Será mesmo esse o fim do rapaz?

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    Jefferson Pimentel

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    Parte 9

    Mensagem por Jefferson Pimentel em Qui Maio 24, 2012 11:40 pm

    Dimas Rivers

    Dimas chega até a porta e olha a escada que desce para bem abaixo do nível do solo. Escavada na pedra, a escada estreita e úmida descia em curva, para um pavimento escavado sob a taverna.

    No fim da escada, uma porta de freixo reforçada e bem antiga separava a escada da sala. Um dos cavaleiros que compunha o grupo fazia guarda a porta, com a mão descansando no cabo da espada, pronto para usá-la. Assim que Dimas cruzou pelo homem, ele levou a mão a porta e a fechou atrás dele.

    Os olhos de Dimas logo se acostumaram com a escuridão da sala, iluminada por um único candelabro sobre uma mesa de centro, que era circundada por sete cadeiras. Sor Lutos ocupava uma das cadeiras, ao lado da que parecia ser reservada para o líder do grupo, uma longa cadeira de espaldar alto, onde era possível destacar um brasão bem distinto:



    Dimas contou os homens, localizando todos e imaginando como eles o atacariam se buscassem emboscá-lo. Mas à exceção do homem a porta, todos os outros estavam sentados e prontos para o que vieram fazer ali.

    - Sente-se, Dimas Blackfyre - disse resoluto Lutos Costayne - Não esperávamos um dos jovens dragões tão cedo, por isto quero saber qual sua real intenção ao vir para estas terras.

    A pergunta ressoou pela sala, junto do forte trinco metálico sendo fechado atrás de Dimas.
    _______________________________________________________________________

    Andrew Snow

    O saco de moedas tinha sido abafado dentro da mochila de Andrew, evitando que as moedas tilintassem e chamassem atenção indevida. Com passos rápidos, o bastardo desliza pelas vielas de pedras molhadas, evitando as constantes vigílias fortemente armadas que passavam em guarda por toda parte.

    Andrew ouvia gritos por toda parte, bem como barulho de armas sendo brandidas. Buscou saber o que estava acontecendo, mas sem revelar que estava observando. Pode ver um grande homem coberto por aço brandindo um machado contra um jovem cavaleiro com um escudo que ostenta uma maçã verde. O rapaz lutava como um pajem e com certeza não daria combate ao homem. Mas os vários soldados que seguiam em auxílio do rapaz seriam demais para o guerreiro do machado.

    O bastardo sabia que aquela não era sua luta e tudo estava perdido, por isto resolveu não perder mais tempo ali. Seguindo por um beco, chegou a uma das vias principais, que seguia de cima a baixo pela cidade, ligando o porto à Torralta, lar dos senhores daquela cidade.

    Parando alguns segundos para decidir o que fazer, Andrew escolheu seu futuro e seguiu.
    _______________________________________________________________________

    Andarion Greyjoy

    - Uma maçã verde - pensou Andarion quando olhou o brasão que o jovem levava no escudo - Verde como a habilidade deste jovem.

    O rapaz avançou com espada em riste, buscando encerrar a luta com apenas um golpe, atacando Andarion com uma estocada direta.

    O homem de ferro se deslocou para o lado e desviou a espada do jovem cavaleiro com seu escudo, desequilibrando o rapaz. Como o raio que caiu no mesmo instante, Andarion desceu seu machado sobre o ombro do garoto, rasgando cota de malha, carne, tendão. O jovem caiu morto em meio ao banho de sangue que se deu, com seu corpo sendo lavado pela forte chuva.

    - Liberdade a preço de ferro - disse Andarion entre os dentes, se preparando para o embate que viria contra os dois soldados que investiam com lanças contra ele.

    - Armas de covardes - disse o homem, deslocando seu machado lateralmente e partindo a haste de uma das lanças, enquanto parava a outra com seu escudo. Avançando contra os dois, trombou contra o primeiro e golpeou com seu escudo a cara do outro, afundando o nariz e o maxilar com o golpe. O homem derrubado logo foi sobrepujado, quando Andarion pisou com sua pesada bota a cabeça do guarda, esmagando-a.

    Dois baques surdos foram ouvidos enquanto o guerreiro se preparava para o próximo embate, e duas hastes negras brotaram do homem de ferro, uma no peito e outra o ombro.

    - Bestas reforçadas - pensou em reflexos Andarion, sabendo que só assim para atravessar sua placa peitoral. As pontas adentraram bem sua carne, mas não o impossibilitaram de agir.

    Vendo que mais de dez homens seguiam juntos aos besteiros, alguns também portando bestas, Andarion pensou que sua única alternativa seria fugir, mas sua armadura pesada e os virotes que estavam cravadas em sua carne o impediriam de se distanciar. Rangendo os dentes, sabia que existia apenas um caminho a seguir.

    - O que está morto não pode morrer! - gritou enquanto corria na direção do grupo assustado de guardas. Andarion não sairia com vida de Vilavelha, mas oito dos guardas não voltariam para sua casa naquela noite.

    Enquanto o cavaleiro matava nas ladeiras molhadas da cidade, seus homens eram mortos e seu navio incendiado no porto pelos vários cavaleiros de Quenton Hightower.
    _______________________________________________________________________

    Thomas Homeless

    Semi-consciente, Thomas foi carregado para dentro da taverna. Sentiu seu corpo ser arranhado por uma cota de malha velha e que cheirava a ferrugem. Pode distinguir o rosto de um velho homem, com um corpo forte e uma grossa e hirsuta barba branda, que o envolvia com sua capa e o carregava nos braços. Atento a tudo vinha outra homem também bem armado.

    Mas o jovem não conseguiu perceber quem eram aqueles homens, até afundar na escuridão profunda da inconsciência.

    O jovem lembra de ter acordado dois ou três vez, mas não lembra se o que viu era sonho ou realidade. Viu uma gorda mulher enxugando seu corpo. Sentiu algo fazendo seu ferimento arder muito, enquanto um forte e amargo vinho era empurrado por sua garganta abaixo. Por fim, tomado pela exaustão e dor, ele dormiu.
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    JMoicano

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por JMoicano em Sex Maio 25, 2012 10:37 pm

    O porto! Seria um bom lugar para sair rápido de lá, se conseguisse se esgueirar em um navio que estivesse de partida ou pagar por uma viagem próxima.

    Chegando perto não gostou nada do que viu, fumaça, mas precisava averiguar. Estava pior do que imaginava, vários guardas, alguns visivelmente enervados, embarcações em chamas. Nada bom!

    Maldições! Porque pelos deuses antigos não tinha matado a mulher também, não teria que ter tanta pressa em fugir se ainda tivessem que encontrar seu corpo e informar a quem quer que fosse, até seu pai descobrir seu paradeiro teria um bom tempo para se escafeder.

    A pior opção foi pensada: os portões da cidade. Tudo fechado, ninguém poderia sair e não seria uma boa ideia tentar, mas estava ficando sem opções, quem sabe voltava a isso depois.

    Droga, conseguira sair do fogo e pulara na frigideira, procurou um canto escuro onde pudesse pensar melhor sem ser visto, pois seu semblante poderia denunciar que havia algo errado.

    Esperou para ver se lembrava de alguma opção que ele tivesse...
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    Silvio Alencar

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Silvio Alencar em Dom Maio 27, 2012 10:07 pm

    - Estou aqui, Sor, porque não possuo um passado, disse Dimas. Estou aqui para saber de onde vem o meu sangue, como já lhe disse. E o senhor? O que faz essa confraria nos porões de uma taverna?

    gilmar.mendes

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por gilmar.mendes em Ter Maio 29, 2012 1:48 pm

    Thomas abre os olhos. O rapaz sente-se como se tivesse acordado de um grande sonho ruim. Nem suas costas muito menos seu corpo doíam mais e se sentia revigorado como se acordasse de uma longa noite de sono. Faixas cobriam todo seu peito e grande parte do seu ombro. Ele não tinha a menor idéia de quantas horas, ou mesmo dias, estivera adormecido naquele lugar.

    O rapaz se levanta. Ele ainda conseguia ouvir o som da chuva com seus pingos estalando no telhado e nas janelas da edificação. Um cheiro de urina e mofo impregnava o lugar que era iluminado por velas, mas não o suficiente para que as sombras deixassem de tomar quase todo o local, deixando-o com um tom um tanto fúnebre.

    Ele olha a sua volta. O quarto tinha um tamanho mediano. Duas camas e um armário pequeno mobiliavam o local. Ele Não lhe era familiar e não sabia se estava num dos quartos da taverna ou mesmo em outro lugar. Ele se aproxima de uma das janelas e faz um leve esforço para tentar abri-la.

    - Maldição, está trancada!!! – Pensa o rapaz.

    Ele então decide tentar a porta. Ao se aproximar por cautela encosta o ouvido na mesma para verificar sinal de qualquer presença atrás dela.

    Thomas ouve um leve burburinho se aproximando, como o som de pessoas conversando. Com grande rapidez o rapaz se arma de uma cuspideira que se encontrava ao pé de uma das camas e se esconde na posição em que ao se abrir a porta ficaria escondido atrás da mesma.

    Com um ranger seco a porte se abre....
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    Jefferson Pimentel

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    Parte 10

    Mensagem por Jefferson Pimentel em Sab Jun 02, 2012 10:51 pm

    Dimas Rivers

    Lutos encarou demoradamente o olhar penetrante de Dimas antes de falar de forma soturna:

    - Vingança, Dimas. É isto que queremos - ele pausou a sua fala por um tempo - Vamos nos vingar de todos àqueles que se viraram contra os verdadeiros regentes de Westeros e dar fim a seu poder, começando por esta cidade.

    Dimas avaliou aquela sentença sem mostrar muito sentimento. Ainda não sabia em que tinha se metido, mas iria ter que, em breve, escolher um lado para ter mais informações ou simplesmente voltar para Bravos sem as respostas que queria.

    - Conte-me mais, Sor Lutos - disse por fim, tentando tirar mais informações antes de decidir o que fazer.

    Lutos respirou fundo e avaliou todo o grupo, passando a falar sem rodeiros.

    - Fui eu quem espalhou o mal aqui nesta cidade, pois Vilavelha tem que ser a primeira a cair. A mais poderosa cidade do sul, governada por Quenton Hightower, um dos mais ferrenhos defensores dos Targaryen. A cidade cairá e Quenton morrerá!

    Os homens que acompanhavam Lutos bradaram, entusiastas. Dimas, ressabiado, apenas ouviu, esperando o momento de se decidir.

    - O porto arde, os portões estão fechados e o caos está instaurado. Logo iremos matar o traidor Lenton dentro da Torralta e pendurar seu corpo no topo da torre. O que acha disto, Dimas?

    Lutos, sombrio, fitou junto dos outros daquele salão fitaram o Blackfyre, esperando sua resposta.
    _______________________________________________________________________

    Andrew Snow

    Um grupo que passou por Andrew Snow deu a alternativa que ele procurava: meistres escoltados por soldados Hightower. A Cidadela ficava ali e com certeza os nobres iriam proteger este tesouro, colocando guardas por todo canto. Uma vez lá dentro, poderia facilmente se fazer por um noviço ou um serviçal e ficar protegido até que aquele caos passasse.

    Andando resoluto atrás do grupo, o bastardo demorou apenas alguns minutos para avistar a ilhota onde ficava a Cidadela. Muitas pessoas entravam e saiam da construção e uma forte guarda inspecionava tudo. Mas em meio aquela turba, ele conseguiria entrar facilmente.

    Se escondendo em um beco próximo e levando um pesado manto que usava no frio norte como cobertura, Andrew se encaminhou para os portões fingindo mancar levemente, com o capuz sobre a cabeça. Ele atravessou a ponte que levava ao portão principal e estava quase dentro da construção, quando uma pesada mão agarrou seu ombro:

    - O que quer aqui na Cidadela? - perguntou um rude soldado, fitando o rosto de Andrew com ar severo.
    _______________________________________________________________________

    Thomas Homeless

    Um grande cavaleiro, o homem da barba hirsuta e cota de malha enferrujada entrou no quarto acompanhado da mulher gorda que remendou suas costas. Thomas avançou contra o homem brandindo a cuspideira, mas o velho homem se mostrou rápido e desviou o golpe com um tapa, levando rapidamente a mão ao pescoço de Thomas e erguendo seu corpo leve do chão.

    O rapaz não teve reação ante a velocidade do velho, que o fitou com seus frios olhos cinzas. Com o mínimo de esforço, o grande homem largou Thomas como um saco de batatas sobre a cama de palha. O ar escapou dos pulmões do jovem, que sentiu o sangue em sua boca. Ele viu o cavaleiro vir em sua direção e levar a mão ao cabo da espada, para então parar a centímetros do rapaz.

    - Se eu o quisesse morto já o teria feito, moleque. Te peguei com um rasgo nas costas, vindo sabe-se lá de onde, e algo me fez ter dó de ti. Não me faça me arrepender!

    Thomas se encolheu quase naturalmente ante a ameaça do cavaleiro, mas logo se recompôs para demonstrar a confiança que tinha adquirido das ruas.

    - Fala seu nome, moleque, e me diz o que você 'tava fazendo - bradou o homem ainda ameaçador, com uma raposa puída costurada no peito.

    Thomas examinou suas opções, decidindo o que fazer.


    Última edição por Jefferson Pimentel em Dom Jun 03, 2012 12:18 pm, editado 1 vez(es)
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    JMoicano

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por JMoicano em Sab Jun 02, 2012 11:33 pm

    - Desculpa, estou a serviço dos meistres e preciso entregar uma mensagem urgente, e não estou autorizado a dizer mais do que isso.
    Disse tentando engambelar o guarda.
    [Usando mente=5]
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    Adeyvison Siqueira

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por Adeyvison Siqueira em Sab Jun 02, 2012 11:33 pm

    O membro 'JMoicano' realizou a seguinte ação: Rolar dados

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    Re: A Morte Cinzenta - PbF

    Mensagem por gilmar.mendes em Seg Jun 04, 2012 1:24 pm

    - Thomas... Thomas Homeless, senhor... – Responde o rapaz enquanto toma fôlego após sentir o alivio de poder respirar novamente.

    O cavaleiro com um olhar meio desconfiado retira a espada da garganta do garoto percebendo que não se tratava de uma ameaça, mas continua mantendo a espada em punho.

    - Vamos moleque, solte o bico, o que estava aprontando por ali, por que diabos esta com esse ferimento nas costas. Vamos, diga!!!! – Brande o velho de forma um tanto ameaçadora, mas sem erguer o tom de voz.

    Sem opção, Thomas começa a relatar tudo que ocorrera e de como conseguiu escapar dos guardas da cidade após a carnificina que havia presenciado. Nesse momento então sua atenção se volta à acompanhante do velho. Era uma senhora um tanto gorda e de certa idade, estava vestida como camponesa e não portava qualquer arma ou armadura. Thomas não conseguiu desviar a atenção dela, enquanto conversava com o cavaleiro, pois o ar maternal e a doçura das suas feições o atraiam como uma nostálgica lembrança de infância.

    Nesse momento o jovem é abruptamente interrompido quando o cavaleiro ergue novamente a espada na direção do rapaz. Sem ação, só lhe resta é esperar o pior...

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